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As lojas do varejo vão desaparecer? Você conhece o Omni-Channel?

As lojas do varejo vão desaparecer? Você conhece o Omni-Channel?

 

 “O gestor que se acomoda e acredita que vai continuar para sempre sendo o que é, está morto”. Walter Longo

 

Meses atrás eu fui a uma famosa livraria em um shopping comprar um livro, porém este estava em falta no estoque daquela loja. Decidi comprar pela internet, aliás, o próprio vendedor recomendou, meio sussurrando, que eu fizesse isso.

 

Mas, ops, se ele deu essa sugestão, por que não fazer a compra ali mesmo na loja física? Por que o vendedor não acessou o computador ali na loja e realizou  a venda do livro na loja virtual da livraria?

 

A loja venderia, o vendedor ganharia sua comissão e o cliente ficaria satisfeito com a sua experiência de compra e atendimento.

Fiquei sabendo recentemente que lojas em shoppings não podem fazer vendas on line, o que mostra como o varejo ainda está atrasado em termos de ações de marketing!

Depois do e-commerce o varejo tem que se reinventar, quebrar paradigmas e tomar iniciativas estratégicas.

 

Qual é o futuro do varejo? Vai acabar? Vai ser esmagado pelo e-commerce ou pelos aplicativos?

 

Nada disso vai acontecer.  Existe lugar para os dois modelos desde que a loja física seja um complemento do e-commerce e vice-versa.

Temos vários exemplos de lojas que começaram virtuais e agora também estão aderindo ao modelo físico.

 

Um exemplo é a Amazon que abriu a sua primeira loja física em 20 anos.
“A loja será um experimento, onde os consumidores poderão, por exemplo, pedir um item online pela manhã e à tarde pegá-lo no local. Além disso, também poderão ser feitas trocas de produtos no espaço, que será uma espécie de armazém da companhia”, explicou Jeff Bezos, CEO da Amazon.

 

"Adoro folhear livros em livrarias independentes", disse ainda Jeff  ao jornal "The Guardian".

Talvez para dar essa experiência ao cliente e pensando na compra por impulso que a gigante Amazon optou por abrir sua primeira loja física.

 

Temos também o exemplo do Magazine Luiza que começou como um e-commerce, depois abriu lojas físicas e hoje, com uma jogada de marketing, transformou pessoas comuns em representantes da marca disponibilizando loja virtual personalizada Magazine Luiza.

 

Lojas físicas x E-commerce

 

É fato que o e-commerce tem muito mais vantagens do que as lojas físicas:
 

  • É mais inteligente porque consegue entender e acompanhar todo o processo de decisão do cliente (mais complicado para a loja física);

 

  • Não precisa de vendedores, cada vez mais difíceis em uma sociedade onde ser vendedor de varejo é percebido como um emprego temporário:

 

  • Redução de custos com espaço, taxas, luz, água, impostos entre outros.

 

 

 

Omni-channel está chegando para quebrar paradigmas

 

Uma das grandes tendências no varejo é a venda omni-channel, onde o cliente escolhe como vai ser a sua experiência de compra.

Ele pode visitar a loja física para ver ou testar o produto, pode realizar a compra em casa pela internet e pagar usando um aplicativo.  Ou pode ter a experiência  com o produto e a finalização da compra e ali mesmo, usando o wifi da loja e pagando pelo aplicativo ou internet para evitar as filas. Pode comprar pela internet e pegar na loja para ter o produto mais rápido!

 

 

O modelo Omni-channel ainda é pouco conhecido no Brasil, porém algumas lojas já estão percebendo a importância de unir o on line com o off line, ou usar todos os canais simultaneamente, tornar as lojas físicas muito mais do que um local de vendas, como é caso de outra gigante do setor de livros, a Livraria Cultura.

 

No Congresso E-Commerce Brasil em 2015, Sérgio Heiz da Livraria Cultura deu vários exemplos de como está tornando as livrarias da rede em “embaixadas” da marca.

A Livraria Cultura do Shopping Iguatemi, por exemplo, conta um restaurante, espaço para leitura e playground para crianças, além de promover shows, exposições e teatro, entre outras ações.

 

Os clientes vão até a Livraria Cultura, se divertem, compram livros ali ou na internet, usam aplicativos, não importando o canal, mas a fidelização e a venda.

Sergio também alerta para a importância do varejo investir nas redes sociais, o moderno canal de relacionamento com o cliente.

Não, as lojas convencionais não vão desaparecer, vão desaparecer os gestores que não de adaptarem, se reinventarem.

 

Um abraço,

Myriam Mourão

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1Comentário
  • aleaselehar.wordpress.com
    24 de maio de 2017 ás 06:48

    great points altogether, you just received a
    new reader. What could you recommend about your post that you made a few days ago?
    Any certain?

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