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Como Identificar Um Funcionário “Pirata.”

Como Identificar Um Funcionário “Pirata.”

 

Esse é um dos grandes problemas das corporações. Funcionários à espreita apenas para pilhar e produzir o caos. Por mais atenção que as empresas dediquem à contratação, por alguma razão, sempre um “tomate podre” surge sem dar avisos. Claro que estamos falando da minoria, felizmente, mas uma pequena minoria tem causado grandes estragos. Poderíamos enumerar uma lista quase interminável, de exemplos de “Piratas corporativo”, mas acredito que não será necessário; ainda temos claro em nossa mente algumas dessas empresas.

Esse funcionário pode estar em qualquer escalão, mas são os especialmente em cargos de liderança, os mais suscetíveis à pirataria. Como disse, embora sendo a minoria, muitas empresas vem sendo pilhadas sem dó e nem piedade. A falta de escrúpulos tem sido responsável por falências com todas as suas consequências destrutivas. Mas, como coibir tais pessoas?

Após o Crash de 2008, as empresas americanas começaram a mudar sua forma de contratar. Antes, as empresas davam grande valor a certos aspectos do currículo, como especialmente a universidade que o candidato havia estudado. Hoje, elas estão mais preocupadas com o caráter das pessoas que pretendem contratar, do que qualquer outra coisa. Estão dispostos a serem flexíveis quanto à universidade, mas nem um pouco, com qualquer aparente desvio de caráter ou conduta. Conhecimento, caso o funcionário não tenha, é fácil colocar dentro dele. Já o caráter…

Por isso é preciso estar atento a certas características que denotem o surgimento, não de um funcionário, mas de um “pirata”.  Algumas características:

  1. Funcionário que falsifica relatório de despesa para receber reembolso maior – Pirata chinfrim.
  2. Funcionário que suborna alguma autoridade a fim de que sua empresa receba algum benefício – Pirata comum.
  3. Funcionário que mente descaradamente a fim de obter algum benefício o qual não tem direito – Pirata vulgar.
  4. Funcionário que promove sangria na empresa para obter vantagens pessoais – Pirata Tubarão.

Assim como no passado, os “Piratas” corporativos tomam as empresas de assalto para roubar, pilhar e saquear. Muitas das vezes, as vítimas são os funcionários que acabam perdendo seus empregos. Às vezes, por não poder se identificar os “Piratas” a tempo, as empresas naufragam, algumas ainda fumegando.

Dito tudo isso amigos, cuidado com esse tipo de colaborador (a) que vive a espreita para fazer mais uma vítima.

Forte abraço a todos,

Fernando Fernandes

 

www.programacases.com.br

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Sem comentários
  • geraldo gomes
    3 de outubro de 2012 ás 12:45

    Fernando, bom dia! Começei a trabalhar no inicio do anos 80 e, as lideranças dessa época, tinham na bandeira da ética, um norte a seguir. Dos anos 90 para cá, as lideranças, em sua maioria, são as “tomates podres”; não dão exemplo; são do tipo “faço o que digo, mas não façam o que faço”. Não se promove a concórdia, se promove sim, o “jogo sujo”, a discórdia, o entreguismo e muitos que estão em baixo, assistindo, acham que para galgar novos postos, necessitam proceder assim. Lamentavelmente, isso foi inclusive globalizado!
    A coisa mais dificil hj, no ato de uma reunião, são as pessoas serem sinceras nas suas colocações!
    Desculpe o tom laconico, mas é preciso!
    Ab,

  • ffescritor
    3 de outubro de 2012 ás 13:00

    Geraldo, obrigado por comentar, espero que volte mais vezes. Concordo plenamente com sua colocação. Também sinto na pele todos esses problemas. Infelizmente bons líderes são uma peça cada vez mais rara. Obrigado e boa semana.
    Fernando

    • geraldo gomes
      3 de outubro de 2012 ás 13:05

      Fernando, olha só o que acabei de ler. É uma volta ao passado, quando entrei no mercado, o que vc acha dessa matéria?
      10 razões para ficar em um emprego por 10 anos ou mais
      Se você está em uma empresa há muitos anos, terá maior probabilidade de subir de cargo, afirma especialista

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      Quanto tempo você permaneceu em seu último emprego? Esta foi a pergunta que impulsionou a publicação de uma pesquisa recente do U.S. Bureau of Labor Statistics, na qual revelava que o tempo médio dos profissionais permanecem em seus empregos era de apenas 4,6 anos. E, diferente de tempos atrás em que os trabalhadores construíam suas carreiras em uma empresa, esta constatação já é considerada uma tendência.

      Segundo o site Monster.com, o profissional que pula de emprego em emprego (mudar de empresa em menos de dois anos) é considerado um verdadeiro “assassino de carreira em potencial”, pois seu próximo empregador pode prestar atenção nisso antes de decidir contratá-lo ou não.

      Pode haver uma série de pontos negativos no seu emprego atual, como ter dificuldade em realizar suas atividades, estar entediado ou não se dar bem com os colegas de equipe e chefes. Mas lembre-se que se você nunca está feliz com o trabalho e constantemente muda de emprego, talvez o problema não seja apenas da empresa.

      Em uma matéria publicada na Forbes, o CEO da Fishbowl e escritor da HBR e Forbes, David K. Williams, diz que se o problema é tédio ou falta de interesse pelas funções que você exerce, antes de sair do emprego, você poderia procurar outras áreas da empresa. Se o problema são os colegas, talvez os errados não sejam eles, mas você. Sair do emprego precisa ser sempre a última opção, pois, aos olhos do seu próximo empregador, demonstra que você é instável, tem problemas de relacionamento e até é infiel com a empresa.

      Se você ainda está em dúvida sobre os motivos de permanecer na sua empresa por 10 anos ou mais, Williams dá mais dez razões:

      1. Veterano – Se você está em uma empresa há muitos anos, terá maior probabilidade de subir de cargo. Em vez de sempre ter de trabalhar em dobro para ser notado em uma empresa nova, estar no mesmo trabalho há mais de dez anos você acaba conhecendo mais seu cotidiano, todas as atividades, empregados e superiores, a chance de ser reconhecido e conseguir um alto cargo ou aumento salarial é maior.

      2. Oportunidade de liderança – Com os anos de atuação da empresa vem a chance de liderar os outros recém-chegados e orientar, por ter grande conhecimento da empresa, suas novas funções. Com a convivência também constrói um público fiel de clientes e até mesmo os membros da equipe e faz de você naturalmente um líder, pois é o que mais sabe sobre a empresa. Será muito mais fácil dar ordens a novatos do que defender a autoridade que lhe foi atribuída em uma nova empresa, com empregados que estão há mais tempo do que você.

      3. Estabilidade – Se você está preocupado em achar seu próximo emprego daqui um mês ou um ano, é difícil fazer planos de longo prazo, como comprar uma casa, carro ou construir uma família. Estar em uma empresa há anos dará mais estabilidade em sua carreira e deixará sua mente livre para pensar na sua vida pessoal.

      4. Aposentadoria e férias – Mudar de emprego a cada um ou dois anos torna muito mais difícil fazer as contas para a aposentadoria. Outra coisa: considerando que as férias só poderão ser tiradas depois de um ano e se você não completa nunca esse período, quando terá descanso?

      5. Mais benefícios – Passam os anos e os benefícios que a empresa oferece ao profissional aumentam. Fora aqueles previstos na CLT, como 13º salário, vale-alimentação e transporte, há benefícios informais que apenas com o tempo você percebe, como ter tempo mais flexível, poder chegar atrasado de tempos em tempos, construir amizades, entre outros. Também, muitas empresas estão aumentando os salários dos empregados que estão lá há mais tempo.

      6. Autoajuda – É muito fácil pular para outro emprego sempre quando aparece um problema. Como já foi dito, ficar fugindo das preocupações não te fará crescer profissionalmente. Estar em uma empresa há mais de dez anos implica saber lidar com diferentes pessoas e possíveis crises e mudanças que a empresa pode passar. Com isso, você irá exercer o auto-conhecimento, tentar achar soluções para problemas e construir uma carreira madura.

      7. Confiança – Se você é capaz de permanecer em uma empresa há mais de dez anos, você terá seus méritos. Tanto seus superiores como seus subordinados terão mais confiança no seu trabalho e a tendência é conquistar mais espaço na instituição.

      8. Flexibilidade – Se engana quem pensa que estar em uma empresa há mais de dez anos não tem mais o que aprender. Os profissionais que trabalham no mesmo local há muito tempo acumulam funções e conhecimento não apenas de sua área. A diferença de aprender dentro da empresa e entre as empresas é que na primeira opção seus benefícios irão permanecer intactos.

      9. Perseverança – Muitos diriam para pular fora do barco quando ele está afundando. Mas estes profissionais acabam manchando a própria imagem no mercado de trabalho. Ter perseverança, se doar para a empresa – de forma saudável – e procurar soluções para problemas apenas mostrará o quanto você é leal para a empresa. Mas, lembre-se que isso tem um risco. Saber o que está passando nelo e estudar sua situação é fundamental para salvá-la ou afundar junto.

      10. Algo para dizer no futuro – Trabalhar anos em uma empresa ou procurar outras oportunidades irá depende dos seus objetivos profissionais. Há uma grande diferença entre ter um plano de carreira estabelecido para o emrpego atual e estar simplesmente acomodado. Empresas darão valor ao seu profissional se ele der valor as suas funções e realizá-las com vontade. O que você quer dizer para sua empresa daqui há dez anos?

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  • ffescritor
    3 de outubro de 2012 ás 14:50

    Geraldo, obrigado pelo envio da matéria. Vou ler e depois te dou feedback.
    Abraços, e boa semana.
    Fernando

  • Tiago Correa
    4 de outubro de 2012 ás 13:07

    Bom dia Fernando!
    Gostei do artigo sobre funcionário pirata, apesar de acreditar que este tema poderia ser mais profundo. Quem sabe num próximo?!
    Quando descobrimos as falcatruas que os colaborados fazem, é fácil. Queria ver num artigo se não haveriam sinais um pouco mais discretos para nos ajudar nesta identificação. Auditorias formais muitas vezes acabam por não pegar nada deste tipo de pirataria, será que não existem comportamentos que podem nos dar uma indicação que este colaborador pode estar envolvido com “pirataria”?
    Concordo com o comentário do Geraldo Gomes porém sobre a publicação do artigo, discordo totalmente. Todos argumentos podemo ser fácilmente questionados. Digo ainda que as mudanças de emprego são uma característica muito presente da geração Y, se não aprendermos a lidar com isto, estamos perdidos.
    Abraço!

    • ffescritor
      4 de outubro de 2012 ás 14:40

      Olá Tiago, obrigado por nos visitar e comentar nosso artigo. Concordo que o artigo poderia ser mais profundo, mas a ideia era essa mesma, apenas um “petisco” para gerar discussão. Quanto aos “sinais” dos funcionários “piratas”, concordo que muitas das vezes, eles são tão especialistas que conseguem enganar bem.
      Espero vê-lo mais vezes por aqui. Conheça nosso site, http://www.programacases.com.br
      Abraços e bom fim de semana.
      Fernando Fernadnes

  • Bruno
    2 de dezembro de 2014 ás 11:59

    Muito boa essa matéria, gostei !!!

    • ffescritor
      3 de fevereiro de 2015 ás 10:17

      Obrigado amigo Bruno pelo elogio. Esperamos poder contar mais vezes com a sua visita. Se puder, compartilhe com vossa rede.
      Grande abraço e boa semana, Fernando

    • ffescritor
      28 de abril de 2015 ás 01:08

      Valeu Bruno, obrigado.
      Fernando

    • geraldo gomes
      28 de abril de 2015 ás 14:54

      Acaso, voltei a ler a essa matéria! Bem, penso que, a falta de cultura das empresas em contratar especialistas em RH, poderia minimizar alguns conflitos. Ocorre que, as lideranças que tem sobressaido fazem o que de diferente desses funcionários piratas? De alguns anos para cá, aquela máxima prevaleçe:”Cada um por si e, Deus por todos”! O MUNDO é um egoísmo só, e como não refletir nas empresas?”

  • ffescritor
    28 de abril de 2015 ás 15:35

    Geraldo Gomes, que bom revê-lo. Sentimos sua falta. Mais uma vez, obrigado por seu comentário e por sua visita. Sabe, concordo plenamente com você. Os líderes fingem que lideram, e os funcionários fingem que tem um líder. O resultado é o “samba do crioulo doido”.
    Grande abraço, Fernando

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