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Crescimento do Brasil em 2012

Crescimento do Brasil em 2012

A crise na Europa ainda continua muito ativa, pois a cada dia mais notícias ruins aparecem sobre países da zona no Euro. Estados Unidos ainda sofre pela crise de 2008, que abalou os mercados, as bolsas de valores, quebradeira de bancos e americanos sem teto, desemprego e problemas de toda ordem social.

No Brasil, a crise de 2008 pareceu não afetar, como dizia o governo na época, mas afetou sim, empresas de seguimento que tinham como consumidor principal os EUA sentiram suas vendas caírem de forma drástica entre outro problemas.

Mas o mercado interno brasileiro crescia com mais e mais ajuda governamental incentivando o consumo com redução de IPI sobre diversos produtos da linha branca, carros, etc. Isso lá em 2008 e 2009.
Falando agora de 2012, em plena crise europeia o governo brasileiro continua bradando aos quatro ventos que o Brasil não será afetado. Recente pronunciamento da Presidenta, informa que o governo sabe e se preocupa com a crise internacional, mas conforme palavras dela: “não amedronta o país”.
O governo com essa preocupação lança mais um programa: PAC Equipamentos. Esse programa visa acelerar a economia do Brasil com compras governamentais, destinando 8,4 bilhões de reais para tal.

Minha preocupação, assim como deve ser a sua, meu caro leitor, é: quanto realmente desses 8,4 bilhões serão utilizados para compra de materiais escolares, utilizados para saúde e defesa do país? Quanto desse dinheiro ficará nos bolsos dos atravessadores corruptos? Pois dia após dia, vemos enxurradas de notícias sobre corrupção em todas as esferas políticas com o mau uso do dinheiro público, do meu dinheiro, do seu dinheiro!
Outra preocupação: Será que o governo está usando a crise como desculpa para aumentar ainda mais os gastos governamentais?

Na medida provisória do PAC Equipamentos, tem ainda a questão de que serão prioritárias as compras de produtos genuinamente brasileiros, mesmo que se pague 25% a mais sobre o preço do produto importado, para estimular a indústria brasileira. Será que isso não abrirá precedente para “super-hiper-faturamento”?

Será que é correta a estratégia de fomentar o consumismo desenfreado da população, facilitando o crédito, os empréstimos para pessoas que não tem educação financeira e acabam por vezes comprometendo sua renda familiar e sem condições de quitar suas dívidas acabam entrando nas estatísticas da inadimplência?
São perguntas que nós, brasileiros, eleitores, devemos estar analisando para responder nas urnas.

Noticias nos mostram que a previsão do crescimento do PIB (Produto Interno Bruto) do Brasil foi rebaixada de 3,5% para 2,5% para 2012 pelo Banco Central.
Já os EUA que ainda passam pela crise de 2008 estão com projeções de crescimento de 2% para 2012.

Não é engraçado, no mínimo curioso, ver que o Brasil chamado de “A BOLA DA VEZ” está crescendo menos do que o mundo inteiro esperava?
Crescimento se faz com investimentos na cadeia produtiva, com capacitação profissional e com redução de impostos sobre as empresas, fomentando assim o investimento privado, que aumenta a empregabilidade, que aumenta a circulação de dinheiro e movimenta realmente a economia.

Mas redução de impostos nem se cogita pelas esferas governamentais. Caro leitor, o que aparece nos noticiários, de redução de IPI disso e daquilo nada mais é do que estratégias para movimentar algum seguimento específico do mercado. No mesmo instante que foi anunciado a redução do IPI sobre carros, foi também anunciado o aumento de impostos sobre motos, bebidas frias (água, refrigerantes, cervejas e assemelhados), ar condicionado, micro-ondas, etc…
É o famoso “Dá e tira”. Dá de um lado e tira de outro. Mas a arrecadação está sempre aumentando, infelizmente.

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