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Saia da mesmice e invista na inovação

Saia da mesmice e invista na inovação

Criatividade – a chave para a conquista do cliente

Cada vez que leio Philip Kotler fico ainda mais convencido de que precisamos ser diferentes todos os dias, a fim de conquistar os consumidores.Fazer com eles gastem seu dinheiro com nossos produtos/serviços, vem sendo uma tarefa cada vez mais difícil. Nos entregarmos à mesmice, achando que o que fazemos já é suficiente, tem se tornado uma grande armadilha.

Como consumidores temos visto um show de mesmice e continuísmo na conquista dos clientes. Cada vez mais, as empresas apostam em fazer as coisas da mesma maneira, como sempre fizeram. Usam a tal “zona de conforto” como desculpa para que suas consciências amortecidas e cauterizadas não os incomodem.

O SEBRAE infelizmente tem nos informado sobre o auto índice de mortalidade das empresas. Quase 84% não chegam ao terceiro ano. Apenas 20% das empresas abertas chegam ao quinto ano. Ficamos nos perguntado – por quê? Claro que não há apenas uma razão, mas com certeza, a falta de inovação e criatividade tem uma grande participação para o fracasso.

Kotler, em um de seus livros, compara a indústria à milhares de pescadores com suas varas de pescar, todos tentando fisgar os mesmos clientes, cada vez mais ariscos e avessos às “iscas” que lhes são apresentadas. Os produtos cada vez mais semelhantes e o atendimento cada vez mais pobre, tem tornado essa “pesca” extremamente difícil.Infelizmente, alguns empresários ainda pensam que seus produtos/serviços são indispensáveis na vida de seus clientes. Agem com arrogância e prepotência. Esquecem-se que basta atravessar a rua que o cliente encontrará produtos tão bons ou até mesmo melhores do que os seus.

Qual a saída? Criatividade, inovação!

Pensando nessa ilustração, acabei criando um desenho animado, onde vários pescadores tentam pescar sem sucesso. No entanto, um dos pescadores tem grande sucesso. Qual o seu segredo? Ele fez a sua isca dançar na frente dos peixes. Criatividade e inovação e bingo, os clientes são atraídos ao seu negócio. Como sempre costumo dizer, até para inovar, temos que ser criativos.

Espero que tenham gostado do papo. Deixo um grande abraço a todos.

Fernando Fernandes

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3 Comentários
  • Adinaldo Almeida Diniz
    22 de abril de 2013 ás 00:00

    Desculpa, mas concordo parcialmente com esta ideia.
    Entre marketing e o mercado, existem dois gaps: economia e logística.
    Admiro Kotler, mas em seu modelo falta sintetizar estes dois fatores a equação. O fator logístico em questão é: entregar o que o cliente contratou, no tempo informado ao cliente. Não existe marketing que reverta essa situação. Somando as três variáveis: economia, marketing e logística, a equação da empresa para o mercado é: ENTREGAR O QUE O CLIENTE CONTRATOU, NO MENOR TEMPO POSSÍVEL, COM A QUALIDADE NECESSÁRIA DESDE A FABRICAÇÃO ATÉ O PÓS VENDA, SEM CAUSAR PREJUÍZO ECONÔMICO PARA O CLIENTE. Friso prejuízo econômico porque fazer marketing para obter a máxima receita possível através da maior quantidade de produtos consumidos pelo cliente é na verdade encher de comida um obeso mórbido: você vai matá-lo. No caso do marketing, a morte do cliente se chama endividamento. Pescar clientes é uma péssima analogia. No sistema econômico vigente mundialmente, é a empresa que é pescada, não o inverso. Ser atrativo para clientes de nada adianta se a atividade fim da empresa não é feita corretamente. A atividade fim destina-se a entregar o que o cliente precisa, sem gerar insatisfação futura por ter comprado um bem ou serviço que não tem finalidade alguma em sua vida. O marketing precisa deixar de enganar o cliente e a empresa: a equação não se resolve apenas com marketing, ele não é a saída, principalmente em países emergentes.
    Agora, o fator externo relacionado a economia,marketing e logística: AS FORÇAS MACROAMBIENTAIS QUE EXERÇAM MAIOR AMEAÇA PARA A EMPRESA COLOCAM EM RISCO SUA FORÇA E POTENCIALIZA SUAS FRAQUEZAS, ou seja, em países com deficiência logística, processos complexos e caros de tributação e que oneram a folha de pagamento, fazem com que os fatores de força da organização sejam deslocados para suprir as deficiências do macroambiente: com despesas em controles fiscais, tributários e outras normas vigentes da legislação que roubam mais de 30% do tempo das empesas.
    Micro e pequenas empresas não contam com este aparato e estão mais expostas e vulneráveis em relação a ação da equação. Ele enfrenta um duro dilema: aumentar as vendas e captação de clientes implica em manter um maior controle sobre seus processos internos a fim de manter fidelizado este cliente. Aí quando olha para o tamanho dos investimentos necessários, o empregador se assusta. Inovar todos desejam, mas na verdade nem todos podem, e nestes casos, é melhor nem investir em um marketing agressivo porque vai expor as fraquezas e deficiências da organização. É dar a vara de pescar para um vegetariano: o simples fato de estar com a vara torna-o depreciado entre seu público alvo.
    Países como EUA resolveram esta equação e permitiram suas empresas crescerem. A equação se resolve com desoneração da folha de pagamento, facilidade na cobrança dos impostos, facilidade na comunicação entre a legislação tributária e trabalhista com as empresas existentes. Ampliação, unificação e conexão entre a malha logística: ferrovias, hidrovias, aeroportos. O marketing sozinho não resolve a equação, e, mais uma vez é um erro achar que uma simples ação de marketing em uma empresa não tem nada a ver com estes fatores expostos. Todo e qualquer investimento excedente passará necessariamente pela cultura empresarial do país onde esteja inserido: fator esse não analisado com visão econômica e sim consumista. Um conselho que dou a todas as empresas: quer mais clientes? Entregue pelo amor de Deus o que ela comprou: pare de empurrar gato em suas operações vendidos como onças em suas campanhas de marketing! Parem de enganar seus clientes internos: eles também consomem fora da sua organização e estão disseminando a cultura empresarial criada por vocês. As pessoas não acreditam no vendedor, no RH porque em algum determinado momento tem alguém conhecido que vive essa realidade que vou dizer agora: “papel aceita tudo, a realidade é outra”.
    Parem para pensar e analisem a fundo de onde vem a cultura da desconfiança no país: ele está super saturado de “IMAGENS CORPORATIVAS” que para as pessoas em geral não passam de “OPORTUNISTAS E MENTIROSAS”.
    Se existe miopia em marketing, neste caso chamo isso de “masoquismo mercadológico”.

  • Adinaldo Almeida Diniz
    22 de abril de 2013 ás 00:00

    Desculpa, mas concordo parcialmente com esta ideia.
    Entre marketing e o mercado, existem dois gaps: economia e logística.
    Admiro Kotler, mas em seu modelo falta sintetizar estes dois fatores a equação. O fator logístico em questão é: entregar o que o cliente contratou, no tempo informado ao cliente. Não existe marketing que reverta essa situação. Somando as três variáveis: economia, marketing e logística, a equação da empresa para o mercado é: ENTREGAR O QUE O CLIENTE CONTRATOU, NO MENOR TEMPO POSSÍVEL, COM A QUALIDADE NECESSÁRIA DESDE A FABRICAÇÃO ATÉ O PÓS VENDA, SEM CAUSAR PREJUÍZO ECONÔMICO PARA O CLIENTE. Friso prejuízo econômico porque fazer marketing para obter a máxima receita possível através da maior quantidade de produtos consumidos pelo cliente é na verdade encher de comida um obeso mórbido: você vai matá-lo. No caso do marketing, a morte do cliente se chama endividamento. Pescar clientes é uma péssima analogia. No sistema econômico vigente mundialmente, é a empresa que é pescada, não o inverso. Ser atrativo para clientes de nada adianta se a atividade fim da empresa não é feita corretamente. A atividade fim destina-se a entregar o que o cliente precisa, sem gerar insatisfação futura por ter comprado um bem ou serviço que não tem finalidade alguma em sua vida. O marketing precisa deixar de enganar o cliente e a empresa: a equação não se resolve apenas com marketing, ele não é a saída, principalmente em países emergentes.
    Agora, o fator externo relacionado a economia,marketing e logística: AS FORÇAS MACROAMBIENTAIS QUE EXERÇAM MAIOR AMEAÇA PARA A EMPRESA COLOCAM EM RISCO SUA FORÇA E POTENCIALIZA SUAS FRAQUEZAS, ou seja, em países com deficiência logística, processos complexos e caros de tributação e que oneram a folha de pagamento, fazem com que os fatores de força da organização sejam deslocados para suprir as deficiências do macroambiente: com despesas em controles fiscais, tributários e outras normas vigentes da legislação que roubam mais de 30% do tempo das empesas.
    Micro e pequenas empresas não contam com este aparato e estão mais expostas e vulneráveis em relação a ação da equação. Ele enfrenta um duro dilema: aumentar as vendas e captação de clientes implica em manter um maior controle sobre seus processos internos a fim de manter fidelizado este cliente. Aí quando olha para o tamanho dos investimentos necessários, o empregador se assusta. Inovar todos desejam, mas na verdade nem todos podem, e nestes casos, é melhor nem investir em um marketing agressivo porque vai expor as fraquezas e deficiências da organização. É dar a vara de pescar para um vegetariano: o simples fato de estar com a vara torna-o depreciado entre seu público alvo.
    Países como EUA resolveram esta equação e permitiram suas empresas crescerem. A equação se resolve com desoneração da folha de pagamento, facilidade na cobrança dos impostos, facilidade na comunicação entre a legislação tributária e trabalhista com as empresas existentes. Ampliação, unificação e conexão entre a malha logística: ferrovias, hidrovias, aeroportos. O marketing sozinho não resolve a equação, e, mais uma vez é um erro achar que uma simples ação de marketing em uma empresa não tem nada a ver com estes fatores expostos. Todo e qualquer investimento excedente passará necessariamente pela cultura empresarial do país onde esteja inserido: fator esse não analisado com visão econômica e sim consumista. Um conselho que dou a todas as empresas: quer mais clientes? Entregue pelo amor de Deus o que ela comprou: pare de empurrar gato em suas operações vendidos como onças em suas campanhas de marketing! Parem de enganar seus clientes internos: eles também consomem fora da sua organização e estão disseminando a cultura empresarial criada por vocês. As pessoas não acreditam no vendedor, no RH porque em algum determinado momento tem alguém conhecido que vive essa realidade que vou dizer agora: “papel aceita tudo, a realidade é outra”.
    Parem para pensar e analisem a fundo de onde vem a cultura da desconfiança no país: ele está super saturado de “IMAGENS CORPORATIVAS” que para as pessoas em geral não passam de “OPORTUNISTAS E MENTIROSAS”.
    Se existe miopia em marketing, neste caso chamo isso de “masoquismo mercadológico”.

    • Fernando
      3 de abril de 2017 ás 09:45

      Olá Adinaldo, bom dia

      Embora atrasado, estou respondendo a você. Gostei muito de suas observações, que aliás, daria um ótimo artigo. Parabéns pelo seu ponto de vista.
      Se possível, volte mais vezes e comente nossos artigos. Estamos precisando de mais pessoas como você.

      Grande abraço,
      Fernando

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