E-mail: cases@programacases.com.br
Siga-nos:
Topo

Estamos em guerra

Estamos em guerra

Sempre ouvimos falar que o mundo se envolveu em duas guerras mundiais e que a terceira guerra mundial será por causa da “água”. Balela, nós já estamos em guerra, e não é pela água e sim pelos clientes. A indústria cada vez mais competitiva, e agora globalizada, está com um apetite insaciável. Não poderíamos esperar outra coisa senão uma “guerra”pela conquista dos clientes.

Para conquistar os clientes é preciso estar preparado. A vitória depende de as empresas estarem muito bem preparadas e equipadas, não havendo mais espaço para improvisos; exatamente como acontece numa guerra literal.
Nenhuma nação entrou em guerra por diversão, e sim para defender algum ideal. A “guerra pela preferência dos clientes” também não é uma diversão. Aqui não são as vidas das pessoas que estão em jogo, e sim, milhares de postos de trabalho. Não foi por acaso que Jack Trout e Al Ries, escreveram o livro “Marketing de guerra”. Eles entenderam isso há mais de vinte anos.

Numa guerra, a infantaria e a cavalaria são extremamente importantes para o êxito. Em geral, só os melhores soldados são enviados. Depois vêm os comandantes intermediários, até chegar aos generais. Por fim, a “ESTRATÉGIA”. Ninguém ganhou uma guerra apenas com homens – a estratégia sempre foi determinante para o sucesso.

Dentro das corporações é a mesma coisa. Para os primeiros combates, as empresas também dispõem de sua infantaria. Só os melhores profissionais de vendas são enviados para esse desafio. Depois, os melhores profissionais são treinados e preparados para ajudar na retaguarda. Os líderes que lideram em níveis intermediários são importantes para a motivação. Finalmente os CEOS e Presidentes, através de uma boa estratégia, comandam a força tarefa com o objetivo de ser o “NÚMERO UM OU NÚMERO DOIS” na mente dos consumidores. É uma batalha sem tréguas. Por isso, tanto tem se falado em navegar em oceano azul.

Acredito que vender é uma coisa séria. Não é um “bico” até aparecer algo melhor. As empresas também precisam entender que para conquistar seus clientes e evitar serem neutralizados pela concorrência, precisam usar as armas que dispõem de forma correta e abandonar o amadorismo e as improvisações. É aqui que o Departamento de Marketing das empresas pode fazer grande diferença.

Infelizmente, tenho observado que a maioria dos profissionais de marketing tem pouca ou nenhuma autonomia nas empresas. Sempre precisam “tomar a benção” dos proprietários das empresas. Muitas boas ideias morreram e vão morrer por falta de autonomia desses profissionais.

Nessa guerra pela conquista da mente dos consumidores, a fim de se tornarem “o núemro um ou o número dois”, a melhor arma na mão das empresas é a “estratégia”. Estratégias que o departamento de marketing pode elaborar. No entanto, é preciso um departamento com pelo menos alguma autonomia.
Se gostaram do tema, recomendamos lerem “Marketing de guerra”de Jack Trout e Al Ries.
Um forte abraço a todos os amigos,

Fernando Fernandes

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

2 Comentários
  • Maria de Lourdes M. Ishisaki
    14 de abril de 2014 ás 20:54

    Olá Fernando Fernandes.

    Será que as empresas estão mesmo em guerra por clientes? Tenho pensado muito sobre isso. Creio que as empresas estão mesmo é em guerra para colocar seu produtos/serviços no mercado ou dar um fim a eles. O que vai acontecer depois da venda, pouco se importam. Faltam estratégias para reter e manter seus clientes. Faltam estratégias no gerenciamento e acompanhamento dos relacionamentos com os clientes no pós-venda, com garantias voltadas para a qualidade do atendimento e manutenção dos seus produtos/serviços. Com isso, sinto que as estratégias que faltam não devem estar vinculadas somente a área de marketing, e sim, voltadas para todas as áreas da organização.

  • Frankc José de Andrade Medeiros
    23 de abril de 2014 ás 15:48

    Realmente. As empresas estão em guerra para conquistar novos clientes e manter os antigos. Motivo: falta de carta branca para uma boa campanha de marketing e a famosa assistência pós-vendas.
    Valeu Fernandes, como sempre, você surpreendendo com debates maravilhosos e eimportantes.

Total
0