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Não siga a manada

Não siga a manada

 

"Não siga a multidão. Trilhe seu próprio caminho". Margaret Tatcher

Certo dia, próximo à nossa casa, abriu um pequeno bar com música ao vivo e bem aconchegante. Aos poucos começou a tornar-se popular e bem frequentado. Em pouco tempo se transformou numa notoriedade.  Não demorou muito para surgirem vários correntes oferecendo o mesmo tipo de diversão. “Esse é o efeito manada”.

Ser empreendedor, além de uma dose de coragem, é preciso ter muita criatividade. Fazer o que os outros estão fazendo não significa que terá o mesmo sucesso. Seguir a manada não significa que será bem sucedido.

Veja por exemplo a grande oferta na área digital. Todos gritando a mesma coisa. “Mestre em SEO”, “Marketing de afiliados”, “Como vender pela internet” e por aí vai. Ou seja, o “efeito manada”.  Da noite para o dia, parece que todos viraram especialistas em Marketing Digital.

Outro exemplo interessante aconteceu com a profissão de Coach. Sucesso nos Estados Unidos que aos poucos chegou ao nosso país. O que aconteceu por aqui? Uma proliferação sem limites de “Coachs,” parecendo com a praga das rãs sobre o Egito. Tem Coach brotando do asfalto, das pradarias e até das plantações. Mais uma vez – “efeito manada”. Já há até quem se intitule “o Coach dos Coachs”.

Então, como nos tornarmos visíveis aos nossos consumidores? Philip Kotler disse em seu livro (“10 lições de Marketing”) que cada vez mais, vemos uma inundação de produtos para os mesmos consumidores. Comparou o mercado a uma pescaria. Muitas linhas e anzóis para poucos peixes.

A sugestão então é fazer o que os outros não estão fazendo. Essa é uma das receitas do mestre Kotler. Que tipo de produto/serviço seus concorrentes não estão oferecendo.  Descubra um nicho – o seu nicho e trabalhe forte nele.

Espero que tenham gostado desse papo. Nos vemos em nosso próximo artigo.

Grande abraço,
Fernando Fernandes
 

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9 Comentários
  • Vera
    30 de julho de 2014 ás 09:41

    Realmente, Fernando!
    Observo todas as tendências que você fez alusão.
    Especificamente falando da área do Coaching, percebo muito “estrelismo”, quando na realidade a nossa missão é de atitude prestadia, de apoio, de instigar o coachee a ser mais, melhor e alcançar seus sonhos e objetivos pessoais e profissionais.
    Quem brilha é o Coachee.Para nós fica a gratificação de ter conseguido contribuir.
    Você tem razão, saber o que se quer,qual a sua missão como vocação, manter o FOCO, é fundamental, para se fazer bem e não apenas “seguir a manada”, comi diz a admirada jornalista Martha Medeiros.
    Abraço fraterno!

  • fernando
    30 de julho de 2014 ás 11:27

    Vera, obrigado por seu caloroso comentário.
    Volte sempre e traga seus amigos.
    Fernando

  • Rodrigo Luz
    31 de julho de 2014 ás 15:00

    Porter, quando definiu as maneiras de se competir em um mercado, vislumbrou que a estratégia de nicho ou diferenciação, era a que representava as maiores chances de sucesso, desde que seguida as premissas básicas da teoria recém elaborada.

  • geraldo gomes
    11 de setembro de 2014 ás 12:30

    Fernando, vc pode não acreditar mas, o “PDBQ”(Partido das Bestas Quadradas) existe, só aumenta, e ninguem assume e muitos nem sabem que fazem parte! Fato é que muitos não sabem o que o cliente quer, e como quer, por isso, tantas falas e poucas ações. Estava agora mesmo discutindo com um empresário de São Paulo a possibilidade de criarmos uma sinergia aqui no RJ e disse com a maiorm honestidade: “Se o sr. não conhecer as caracteristicas e dinamismo do setor aqui nessa praça, não adianta dar nenhum passo, respeitemos o tempo de maturação”! Bem, mais uma vez, correta a sua visão. Ab,

  • ANGELO SIQUEIRA
    24 de novembro de 2014 ás 10:28

    Bom Dia ,Fernado !

    A velocidade com que as pessoas imaginam andar o mercado ,desconhece-se VALORES de “antigamente”. Tradiçao relacionamento ,hoje atualizado como network. Muitas vezes conservar valores ,pode ser “nao seguir a MANADA. Abs

  • Sandra Maria pereira Costa
    30 de novembro de 2014 ás 09:13

    parabéns Fernando!!! mais uma vez excelente artigo, pois retrata uma realidade bem concreta. nessa questão penso que mutos ficam pelo meio do caminho porque pensam estar preparados quando não estão,não sabem quase nada e acham que já estão prontos. É preciso ser o diferencial, ser o que tem o algo a mais, conhecer o publico alvo , ter certeza do objetivo e desenvolver formas de alcançar esse publico. E o mais importante de tudo: se reciclar sempre.

  • Hugo Silva
    23 de março de 2016 ás 11:48

    Uma abordagem perfeita. Parabéns!

  • joao Batista
    17 de abril de 2016 ás 22:18

    gostamos sim do papo.
    e fica claro que empreender não significa só copiar os outros, a diferenciação ou agregar valor ao seus produtos ou serviços visado seu publico é um ato de empreender com visão.

  • Branca Maria Sampaio
    3 de dezembro de 2016 ás 03:19

    Boa noite Fernando, amei seu artigo! No meu trabalho sempre tem um diferencial. Além do mais passo muita confiabilidade porque amo o que faço. Peço que leia meus artigos. Um grande abraço e um ótimo final de semana.

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