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Nau à deriva

Nau à deriva

Infelizmente o Brasil, que era a grande “bola da vez” entre os países emergentes em 2014 acabou por se tornar uma Nau à deriva, pesado e sem rumo, sem timoneiro.
Nos últimos 3 anos, o Brasil retrocedeu uma década.  Desemprego nas alturas e vai continuar.  Inflação nas alturas e vai continuar.

 

O PIB (Produto Interno Bruto) que é a soma de todas as riquezas produzidas pelo País, em 2015 foi negativa de -4.08%, conforme a prévia do Banco Central.  Analistas já afirmam que em 2016, o PIB vai encolher mais 4% e que em 2017 o crescimento será de ZERO.

 

Governo não corta os gastos e não faz nenhum ajuste estrutural para melhorar os números e isso enfraquece cada vez mais o governo.  

Dilma, mesmo que consiga sobreviver as tentativas de tirá-la do cargo de presidente do país, não terá força política suficiente para aprovar medidas para colocar o barco no rumo certo.

 

O ex-presidente do Banco Central do Brasil, Armínio Fraga, afirmou em entrevista que não vê recuperação no momento para a economia brasileira.  “Eu definitivamente não vejo o fundo do poço. Não estamos patinando, estamos afundando”. Afirmou ele.

 

Junto a isso, nessa terça-feira, dia 24 de Fevereiro, a Moody’s, empresa que avalia o grau de risco de empresas e países, rebaixou a nota de crédito do Brasil em dois níveis e alertou que a perspectiva continua negativa para as próximas avaliações.

 

Anteriormente o Brasil já havia perdido o grau de investimento das outras duas empresas de avaliação de risco, a Standard & Poor’s e Fitch.

Em resumo, as três empresas, rebaixaram o Brasil a grau de investimento especulativo.

 

Mas como isso vai repercutir para a população brasileira?

 

O grau de investimento é uma espécie de selo de qualidade que assegura os investidores um menor risco a calotes.

Com grau especulativo, muitos investidores deixam de investir no Brasil por medo de calote. Isso pode gerar uma alta no dólar e muitos produtos como os de saúde, máquinas agrícolas, fertilizantes são na sua maioria importados e ficarão mais caros, ocasionando perda de receita para as empresas que pode gerar mais desemprego.

 

Enfim, é um efeito cascata negativo para todos nós brasileiros.

Temos um país gigante em proporções e gigante em força empreendedora. Mas temos no comando dessa nau, um timoneiro inexperiente que nada faz para colocar esse barco no rumo.

 

Estamos à deriva.

 

Um grande abraço e uma ótima semana.

 

Cristiano Brasil

 

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