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O GARGALO

O GARGALO

Tenho observado que algumas empresas adoram criar gargalos. Às vezes, até me pergunto se não existirá no departamento de Marketing das empresas, um departamento chamado de “criação de gargalos.”

Um dos exemplos que mais tem me irritado são às lojas Americanas. Para entrar é fácil, para escolher os produtos é legal, o problema começa quando você se dirige aos caixas para pagar. Alôo! Será que os caras não percebem que esse é o momento mais importante para a empresa. É o momento que os clientes vão deixar seu dinheirinho em seus cofres.
Queria dizer que enquanto os clientes estão em pé na fila, em qualquer lugar, já duvidando se realmente precisavam comprar tantas coisas,eles podem desistir.

O gargalo, permite que os clientes enquanto esperam mudem de idéia. Gente amiga, a hora de pagar, deveria ser o momento mais fácil da etapa de compra.

Quer ver outro exemplo? Já foi a uma loja da sua companhia telefônica? Você é recebido por um robô, que lhe da uma senha, e… toca a esperar. Voce se irrita, esperneia, mas não adianta.Você está no gargalo.
Quando estive em Londres, precisei ir a um banco. Quando entrei na agência, que mais parecia um holl de hotel de luxo, fiquei impressionado. Não havia gargalos. Poltronas confortáveis e muito silêncio. Só aguardei alguns minutinhos e Bingo, fui atendido. Eu não estava sonhando, apenas não estava no Brasil.

Aqui no Brasil, gargalo na fila do banco, gargalo para embarcar, gargalo para pagar suas contas, gargalo para morrer, gargalo e gargalos.

Vamos combinar uma coisa. Quando o assunto for pagar, nada de gargalos. Tapete vermelho, sinal livre e transito fluindo. É pedir demais?

Um forte abraco a todos,

Fernando Fernandes, alguém que odeia os gargalos

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2 Comentários
  • Gláucia Castro
    16 de março de 2012 ás 09:35

    Fernando, é fato essa falta de comprometimento das pessoas em atender bem e uma coisa crônica, que ao invés de melhorar, a coisa só piora, parece que você o usuário do serviço, está fazendo um favor para eles e tem a obrigação de estar lá usando o serviço, sem direito a tratamento digno, não digno “vip”. O lema parece ser – “Venha a minha loja compre e não me almole”, triste mas é o real.
    Acredito que se houvesse acompanhamento direto do chefe do setor de atendimento ao cliente, o processo fluiria melhor, uma pena que eles não estão preocupados, enquanto isso a gente sofre.
    Abçs.
    Gláucia

  • Marcos Cunha
    28 de abril de 2012 ás 14:21

    Talves isto ocorra pela imaturidade do consumidor brasileiro. Estas empresas apostam na venda de subprodutos nos gargalos produzidos por elas mesmas.

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