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O GRANDE DESAFIO DA GESTÃO SÃO AS PESSOAS

O GRANDE DESAFIO DA GESTÃO SÃO AS PESSOAS

 

Venho propor um parênteses para falar que a educação corporativa se desenvolve dia a dia ao aperceber-se, historicamente, a ineficiência do Estado em fornecer programas educacionais que contribuíssem em formar bons profissionais, concomitante ao seu tradicional papel da cultura de aprendizagem contínua, para aquisição de competências aplicáveis aos objetivos da organização.

 

Isso fez com que as empresas partilhassem o papel de formador/educador e investissem nesses abençoados cursos de língua estrangeira, técnicos, atualização, graduação, MBA e outros. Colegas, aqui gostaria de inserir um adendo. Você sabe o que significa a sigla PISA? É o Programa Internacional de Avaliação de Estudantes, destinado à avaliar o desempenho dos jovens de 15 (quinze) anos de idade do Ensino Fundamental e Médio em três áreas chaves: Leitura, Matemática e Ciências. Além do conhecimento escolar, o Pisa procura testar a capacidade dos alunos de analisar, raciocinar e refletir ativamente sobre seus conhecimentos e experiências pessoais. São avaliados entre 4.500 e 10.000 alunos nos países associados. Os resultados da avaliação servem como ferramenta para que os governos redefinam e melhorem as políticas educativas em seu país.

 

 No último ranking auditado em 2012, considerando um universo por volta de 65 economias globais, o Brasil ocupou o 53º lugar, incluído na lista dos piores sistemas de educação do mundo ao lado de: Turquia, Argentina, Colômbia, Tailândia, México e Indonésia.  Você sabia também que muitos desses alunos daqui a uns 2 ou 3 anos deverão pleitear vaga na sua empresa? Os gestores públicos que nos leem, seria comparável a uma IDH = 0,4.

 

Pois é, estamos atravessando a Era do Conhecimento aliada à tecnologia, um sincronismo de máquinas e pessoas pela necessidade de uma rápida comunicação para uma eficiente tomada de decisões. Pensar e agir de forma responsável sob a intensa pressão é a cara dos interligados.  Exige-se do “novo trabalhador”, estar de mãos dadas com os sistemas, competências diuturnamente atualizadas, responsabilidades, trabalho em grupo (ou melhor em equipe). Aí como dizemos, “o bicho pega”.  Sob o carpete, piso frio ou o antigo cascolac (taco com verniz) em milhares de organizações encontram-se 3 (três) gerações de líderes e colaboradores: os chamados Baby Boomers (entre 55 a 75 anos), geração X entre (35 e 55 anos) e geração Y (entre 15 e 35 anos).  Mais de 70% das empresas se deparam com gerações conflitantes, que emitem pontos de vista antagônicos e opiniões divergentes nos quesitos comunicação, relacionamento pessoal e educação e acabam emperrando o “vamos que vamos gente”, ou seja os resultados. O GRANDE DESAFIO DA GESTÃO SÃO AS PESSOAS.

 

Fantásticos e desafiadores são os conflitos, a cada dia mais presentes nas organizações, por si só já descartam a inércia, mas deverão ser administrados de forma a entender que a geração dos Boomers tem dificuldade em perder seu status, vê liderança como forma de controle e dificuldades com a tecnologia (mas são leais e comprometidos com resultados)  –  os X não gostam de perder espaço e temem  demissões para os novos, veem a liderança como sinônimo de competência (mas são dedicados com objetivos empresariais, independentes e empreendedores) e a geração Y seguem seus impulsos, enfrentam posição de poder, tem  padrão próprio ao executar tarefas (mas elevada autoestima, perfil multitarefas, encara desafios e acompanha a evolução tecnológica).  Uma batata quente ou mais um grande desafio às vossas carreiras? Portanto, com a palavra os meus amigos(as) profissionais de todas as áreas.

 

Fraternal abraço.

Roberto Botelho.

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