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O recheio do bolo – o sabor da inovação

O recheio do bolo – o sabor da inovação

O RECHEIO DO BOLO,  O SABOR  DA  INOVAÇÃO.

 

INOVAÇÃO. Trata-se de palavra derivada do termo latino innovatio, refere-se a uma idéia, método ou objeto que é criado. Para muitos, trata-se apenas um substantivo feminino, (ação ou efeito de inovar). Há alguns anos redigi artigo no Empretec/SEBRAE, cujo título denomina-se “Driblando a Crise”. Tratava-se de assunto correlato a este na qual textualizei a estratégia de como empresas inteligentes evitaram crises, puderam antevê-las ou mesmo minimizá-las.

 

Ocorreu-me pinçar daquele texto um exemplo de gestão empresarial onde a INOVAÇÃO é levada a sério. Na sueca Stora Kopparberget (o nome significa “grande montanha de cobre”) uma mina do século XIII que hoje se dedica a produtos florestais. A empresa percebeu ou até obrigou seus funcionários determinarem parte do seu tempo a projetos próprios que gerassem até 30% de receita com a venda desses novos, no máximo em três anos. Dentre outros exemplos de GESTÃO INOVADORA estão a General Eletric, 3M, Microsoft e o Grupo Jacto S/A localizado na cidade de Pompéia/SP, onde inovação é assunto cotidiano desde o café da manhã até o por do sol.

 

Hoje a inovação está presente na empresa individual, micro, média, grande, e nas Big empresas mundo afora.  Coincidência ou não, por onde anda a Sharp do Brasil, Indústrias Matarazzo, Olivetti do Brasil, gigantes em suas áreas de atuação? Por quê? INOVAÇÃO se refere a uma forma muito criativa para lidar com a mudança. É matéria-prima para gerar novas idéias, realizar pesquisa e desenvolvimento, melhoria de processos ou renovar produtos e serviços. A outro nível, a inovação também se refere a um estado de espírito em seu negócio, onde equipes que trabalham nos escritórios administrativos ou nas oficinas discutem a melhoria contínua e constantemente pensam soluções que deixam o caminho ou a trilha assentada. A inovação pode ser uma joint venture com grande escala de novos produtos ou serviços, como o Google, mudando fundamentalmente a maneira de fazer negócios. Exemplos como a Vivo e Autolatina traduz iniciativas de baixar custos ou como melhorar o seu processo de negócio, o que pode resultar em grande economia nos custos indiretos. Independentemente da definição, subentendo que a inovação deve aumentar o valor de uma empresa no mercado.

 

Tipos de INOVAÇÃO que se poderá programar:

  • Ousar novas formas de apresentar produtos para seus clientes.
  • Estabelecer um novo conceito para atender as necessidades dos clientes.
  • Fazer melhor uso da tecnologia para atualizar processos de aquisição e de melhorar as relações entre fornecedores e clientes.
  • Enxergar um layout (planta) mais eficiente para reduzir o tempo de produção.
  • Design produtos que atendam às normas ambientais. (ex: proporção racional no uso de plástico, borracha e metal)
  • A ampliação do leque de seus produtos ou serviços para atingir clientes mais específicos ou aderir prospects. 
  • Um novo conceito ou uma nova maneira de fazer negócios.

 

POSICIONAMENTO DO NEGÓCIO

Em um mundo altamente competitivo, as empresas não podem mais competir apenas confiando em ativos tangíveis, como equipamentos de última geração, ou oferecer o menor custo para os clientes. A capacidade de inovar também afetará o seu mercado potencial e dar-lhe os meios para lutar contra os mercados potencialmente concorrentes. A inovação tornou-se uma estratégia-chave para atrair e reter clientes em um mercado instável. Comprovemos o sucesso mundial do  iPad da Apple, dos tantos aplicativos criados nos  últimos 2 anos por empresas de tecnologia, sem falar dos pacotes exclusivos de serviços nos  bancos de varejo e a telefonia móvel.

Se a empresa não é capaz de INOVAR, corre o risco de ficar para trás na produtividade, perda de clientes e participação de mercado ou simplesmente desaparecem. Aquele velho ciclo de vida do produto/serviço apodrece no pé, mesmo antes de madurar.

 

COMECE – PONHA A MÃO NA INOVAÇÃO

Um dos primeiros passos é fazer um balanço do negócio e ver como se pode melhorar, iniciando uma avaliação completa do potencial de inovação e desenvolver um inventário de oportunidades.  Trocando em miúdos, um “portfólio de inovação” relacionado a projetos geradores de inovação, sejam grandes ou pequenos.  

Um bom consultor pode ajudar a analisar o mercado, identificar as áreas onde a empresa pode adicionar valor e compartilhar oportunidades de inovação, tanto interno como externo. Por exemplo, uma análise pode abordar a necessidade de melhorar os métodos de distribuição para atingir um maior número de clientes. Como alternativa, a pesquisa pode mostrar que a empresa pode melhorar seus produtos e serviços para atingir um público específico. Uma das principais vantagens de se lidar com um consultor externo é evitar ser vinculado a conclusões excessivamente emocionais, limitando idéias "criativas". A perspectiva de uma terceira pessoa pode ajudar a organização ficar em contato com as necessidades do mercado. Ele também pode garantir que não percamos de vista nossos objetivos originais.

 

DEFINIR CAMINHOS ESTRATÉGICOS

Uma vez determinados os pontos sobre o potencial de inovação, a empresa reúne sua equipe, determina suas estratégias específicas e define o que precisa fazer para se tornar mais inovadora. Comece com o básico:

 

 

  • Definir quais intervenções pode gerar o melhor retorno sobre o investimento e determinar os recursos necessários.
  • Modificar produtos e serviços com base em pesquisas (exclua o empirismo).
  • Desenvolver melhores processos de negócios para atender às suas necessidades de mercado, tendenciamos (1ª pessoa do plural do Presente do Indicativo)  olhar para os umbigos, o foco é o cliente/mercado em constante mutação (pense no… se ele fosse eu).
  • Aplique as melhores ferramentas para que os funcionários (TODOS) trabalhem com mais empenho, eficácia, satisfação e co-participação  (RH/Vendas/Mark/Produção/TI/Jurídico) de mãos dadas com o chefe.
  • Educar as pessoas para que elas possam aprender novos processos e implementar.
  • Aborde as questões específicas, como as relativas à propriedade intelectual (capital interno).

 

A base da inovação dos negócios depende realmente da equipe e da atitude dos gestores. As empresas inteligentes sempre incentivam o pensamento criativo de seus funcionários. Por exemplo: configurar uma forma dos funcionários expressarem suas idéias seja ela uma caixa de sugestões, fóruns de discussão ou sessões de brainstorming. Ou então nomear um "campeão da inovação" para conduzir projetos de inovação e de pista/trilha, que promova a capacitação dos funcionários.

É essencial permitir que os membros da equipe assumam riscos calculados e pensem em alternativas, porque as pessoas precisam saber que a empresa os apóia ao expressar idéias que saem da caixa. Por exemplo, quando um funcionário está testando um novo processo, a empresa deve estar preparada para lidar com o sucesso ou com o fracasso. O Financeiro poderá esbravejar, mas não se pode admitir matar peças no torno CNC por imprudência, a investir em uma nova e absurda idéia INOVADORA, são coisas diferentes.    Isso faz parte do processo criativo. Projetos de inovação bem-sucedidos também devem ser recompensados ​​com incentivos, como bônus ou outras formas de compensação. Esses recursos contribuem para a retenção de seu pessoal criativo e inovador. Pergunte a eles:   QUAL O RECHEIO DO BOLO QUE DEGUSTARÁ O TIME DA PETROBRÁS QUANDO O PETRÓLEO ACABAR? E QUANTO A NÓS?

 

INOVAR,  leva a empresa/empresário visionário, não só linearmente ao:

Produto x Cliente x Lucro,  mas a,  Pessoas Experts  x Mercado x Geradores de Lucro.

 Não somos donos da verdade, mas se ela existe, procuramos e aplicamo-nos.

                         

Abraços a todos (as) empreendedores (as)

Roberto Botelho

 

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2 Comentários
  • Michelle
    11 de abril de 2013 ás 22:29

    Prezado colunista. Vocês cortaram o texto (margem direita) o que me impede de ler a matéria. Grata

  • Claudinei
    30 de junho de 2015 ás 10:54

    Muito bom o artigo. Grato pelos ensinamentos. Podemos inovar de diferentes formas. Se não podemos investir em tecnologia, podemos alterar a forma de trabalho, de atendimento, de entrega etc.

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