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QUALIDADE NA EXPORTAÇÃO

QUALIDADE NA EXPORTAÇÃO

A qualidade na exportação geralmente é associada apenas ao produto em si. Mas na velocidade em que os processos de fabricação avançam e muitas empresas conseguem produzir móveis de qualidade (dentro do seu padrão), fatores extra fábrica passam a ser diferenciais na hora de fechar negócios. Organização em processos internos como os da área de logística para exportação, processamento de pedidos, controle e rastreamento de mercadorias, despacho aduaneiro começam a despontar como os novos diferenciais de pós venda que, usada como ferramenta de marketing, geram confiança nos compradores, sendo esse um fator de escolha que ele com certeza irá considerar.

Para ter sucesso nesse quesito é necessário mapear esses processos de forma a deixar claro a todos os envolvidos, desde colaboradores internos até empresas terceirizadas, como deve ser executado o processo. Entrando mais a fundo no mapeamento, um sistema de controle dos indicadores de desempenho desses processos é o 2º passo depois de estabelecidas as rotinas dos processos a serem mapeados. Depois de feito o mapeamento e os indicadores de desempenho de seus processos, basta ser fiel a eles e você terá desenvolvido mais um fator de competitividade de sua empresa.

O relacionamento com clientes também vem sendo alvo de estudos estratégicos a fim de se estabelecer uma metodologia a ser seguida pelas corporações que lhes garanta serem vistas e lembradas por seus clientes sejam eles clientes já estabelecidos ou clientes em potencial. Pouco tempo atrás bastava participar de feiras no exterior, um website de qualidade em 3 idiomas e e-mail marketing periódico que lhe era garantida alguma visibilidade. De 6 meses para cá houve uma verdadeira revolução nos meios digitais criada a partir das mídias sociais. Twitter, Facebook, Myspace, Youtube, Linkedin, entre outros, passaram a ser meios mais eficientes de se relacionar com potenciais clientes e clientes de fato devido ao alcance que sua marca passa a ter dentro dessas mídias sociais.

O “Boca a Boca”, meio muito conhecido do marketing tradicional, enfim, sofreu seu upgrade. Basta um “RT” (retwitt) código do micro blog Twitter para repassar uma mensagem recebida por você a todos os seus seguidores, para que (por exemplo) a notícia sobre o lançamento de um novo produto chegue a milhares de pessoas em todos os lugares do mundo. Para se ter idéia do alcance que este mini blog pode proporcionar, o Twitter das principais revistas de móveis são seguidas por cerca de 40 000 pessoas. Imagine ter uma notícia sua repassada por essas revistas a todos os seguidores delas no Twitter! Esse é o alcance que estamos falamos, chegar a clientes que você nunca imaginou atingir via um meio de comunicação super moderno e de fácil utilização.

Como muito do que conhecemos tem tendência a evoluir e se atualizar devido às novas exigências estabelecidas pelo desenvolvimento natural do mercado, o processo de vendas evoluiu também e felizmente podemos trabalhá-lo hoje de maneira profissional. O antigo paradigma do vendedor que levava sempre a fama de enrolador, hoje ganhou a imagem de consultor, pois os clientes atualmente não querem simplesmente ver o que temos a oferecer, para isso existem websites, feiras, etc..

O que os compradores querem hoje, é que digamos o que eles realmente precisam. Para isso acontecer, o vendedor de hoje tem que ser antes de tudo um comprador, para ai sim poder assimilar as necessidades de compra e poder identificar o que os compradores realmente necessitam. Com essas informações em mente, uma venda pode se tornar um processo bem mais ágil e direto.

Metodologias de venda também estão se tornando comuns nas empresas mais atualizadas. Devemos assimilar que para uma venda acontecer uma série de passos devem ser seguidos visando um único objetivo que é a conquista da confiança de seu futuro comprador. Quem compra, compra por que confia em quem está vendendo, além de gostar do produto. Logo, essa é a grande pergunta a se fazer durante uma negociação com um novo cliente: Eu já conquistei a confiança dessa pessoa? Se a resposta for não, busque saber quais os pontos que ainda não estão claros e trate de esclarecê-los.
Diferenciar-se é a palavra de ordem. Busque informações de quem está sentado na mesa de negociação com você, busque ser lembrado por eles, mantenha contato e quando a venda for fechada não se esqueça de comemorar o feito!
Boas vendas!

Rafael Borim
Consultor de Negócios Internacionais.

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1Comentário
  • IVO ANTONIO CLEMENTE JUNIOR
    27 de dezembro de 2012 ás 11:01

    Rafael,

    Muito legal vosso artigo! Eu também faço parte da turma que gosta de exportar produtos “Made in Brazil”. O meu mercado foco são os países que falam Português como Guiné Bissau, Angola, Cabo Verde, Ilhas Madeira, Moçambique entre outros. Eu já trabalhei em Angola pela Odebrecht e vi com meus próprios olhos as grandes oportunidades para os produtos brasileiros naquele país que tanto cresce! Minha mãe sempre me dizia um ditado quando eu era criança: “Dois jovens vendedores de sapatos foram enviados para a África para venderem sapatos em locais diferentes, um telefonou para o chefe e disse – aqui não conseguirei vender nada, ningué usa sapatos, o outro também ligou para o chefe e disse pode enviar 02 containers cheios de sapato porque todos estão descalços”.
    (Autor Desconhecido)
    Comércio exterior é isso, ver oportunidades onde a maioria só enxerga ameaças.
    Até mais,
    Ivo.

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