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Quando o funcionário vira um zumbi

Quando o funcionário vira um zumbi

Infelizmente, existem mais funcionários “zumbis” do que possamos imaginar.

É preciso  muito cuidado para que você não entre para essa estatística.

Transformar-se em "zumbi" é um processo lento e gradual.               
                  
Por que funcionários se tornam "zumbis" e como identificá-los?

Penso que dentro das empresas existem líderes que adoram transformar pessoas  outrora motivadas e comprometidas, em funcionários “zumbis.”

Quando os funcionários não são valorizados e reconhecidos e seus chefes focam apenas em suas falhas, pode começar aí o processo de transformação. Ser reconhecido é uma das necessidades básicas dos seres humanos, já dizia Willian James há mais de cem anos. As pessoas querem mais do que um bom salário. Desejam oportunidades de crescimento, bom ambiente e líderes que valorizam seus esforços. Quando os funcionários percebem que o seu contributo cai em saco roto, a desmotivação é quase certa. Mary Kay, empresária e fundadora da Mary Kay Inc, foi uma das pessoas que soube muito bem usar o reconhecimento para motivar sua equipe.

Se nada for feito, é bem provável que funcionários antes comprometidos, comecem a realizar suas tarefas de forma mecânica. Aos poucos, perdem a alegria. Ao saírem para trabalhar, deixam em casa suas mentes e sues corações, levando para a empresa apenas seus esqueletos. Aos poucos, viram “zumbis.” Somente seus esqueletos perambulam pela empresa. Não se comprometem com nada. Ficam a espera do fim do mês. As empresas pagam pelos seus braços e pernas, e se esquecem que suas mentes e corações poderiam vir no pacote.

Se você não deseja ter funcionários “zumbis”, comece se perguntando o que têm feito para motivar e reconhecer seus funcionários. Não adianta implantar algo formal, obrigado, ou mesmo apenas para constar. Mostre que se interessa por eles, e pode se surpreender com os resultados.

Forte abraço,
Fernando Fernandes

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5 Comentários
  • Evandro Sousa
    16 de agosto de 2011 ás 12:34

    Com abordagem simples você conseguiu sintetizar de forma clara uma realidade triste no mundo empresarial. A idéia de pagar para ter “ossos” a serviço da empresa enquanto poderia ter mente e coração de “graça”, é uma questão difícil de se resolver aparentemente. Eu não compreendo porque as regras de conduta, hierarquia etc., dentro das empresas, não sao elaboradas por pessoas que tenham no mínimo um senso de curiosidade pela vida. Quando falamos em liderança e liderados não há que se descartar uma abordagem que seja amparada pelo conhecimento avançado que hoje temos no campo da psicologia comportamental. O setor de RH é apenas um braço mecânico dentro das empresas, ficando aquém da sua possibilidade estratégica. Afinal, o mercado está cheio de líderes com egos inflados prontos a soltar o primeiro “NÃO”, a não dar ouvidos àqueles que são suporte, e BLÁ BLÁ BLÁ. As empresas estão repletas de “líderes”, que porventura são experientes, porém, nada mais podem oferecer a não ser resistência. A construção de muros psicológicos nas engrenagens das relações humanas dentro das empresas amparadas pela rigidez hierárquica, é típico do feudalismo, e por ser assim, é que “zumbis” perambulam pelos corredores sem serem notados, porque assim é que ao meu entender, ” que deve ser”! Assunto muito relevante por sinal Fernando! Abraço.

  • roseli xavier
    3 de abril de 2012 ás 11:00

    Bingoooo!! Nunca li nada parecido!! Eu estava exatamente procurando algo assim

  • Raquel Nogueira
    2 de dezembro de 2014 ás 13:48

    Perfeito…conheço varias mentes brilhantes que foram jogados atras da mesa…O importante é saber que não existe a hora certa para mudar, o profissional como todo ser humano tem que se gostar…Então a hora de mudar é sempre AGORA!!! beijos

  • Veronica
    8 de dezembro de 2014 ás 18:17

    É triste isso. Mas são poucos (ou quase nenhum chefe)que sabem lidar com uma situação dessas.

  • Júlio César de Rezende
    9 de dezembro de 2014 ás 20:43

    Estar próximo não quer dizer participar da evolução do ser humano, o reconhecimento sincero e a valorização desse profissional em tempo real faz a diferença entre se tornar um zumbi e evoluir profissionalmente.

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