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Quantas organizações contemplam os meios para chegar aos fins?

Quantas organizações contemplam os meios para chegar aos fins?

Prezados, em mais uma oportunidade venho oferecer aos amigos (as), conteúdo o qual tenho sido abordado em diversas palestras e entrevistas nas organizações. O intuito do texto é compartilhar com gestores (líderes)  a repensarem em que circunstâncias estão sendo moldadas as ações e projetos de gestão, disseminados no ambiente organizacional,  no que diz respeito a implementação de “MUDANÇAS”. Esse é um processo obrigatoriamente contínuo,  retro-alimentado,  exige das organizações eficácia e acompanhamento evolutivo, o ouvir, ouvir e ouvir,  reinventar estilos de gestão,  evitando assim a obsolescência e sua decorrente morte, por vêzes premeditada.

 

Aliás, todos possuem a maior boa vontade e desejo de atender às necesidades do mercado, a implantação de novas tecnologias e metodos de trabalho, seja o realinhamento da visão organizacional ou esforços na capacidade de criar conhecimento, difundí-los, incorporá-los a produtos serviços e sistemas, dentre tantos outros. Indubtávelmente, devemos pautar algumas questões fundamentais. Contudo, em processos de mudanças organizacionais, são atribuídos tradicionalmente obstáculos que precisariam ser vencidos: a resistência às mudanças, boicote, ignorância,  comodismo, competições internas, etc. E portanto, não passará desapercebido antes, durante ou quando da implementação dos novos processos, que todas as partes envolvidas estejam alinhadas, considerando às expectativas dos co-participantes (internos  e/ou  externos), ou não,  concomitante  considerar que gestores as contemplem,  a fim de evitar possíveis desencadeamentos negativos, mudanças no “status quo” ? É importante ter uma comunicação eficiente entre a empresa e seus colaboradores, a considerar todos os aspectos de mudança, tornando o processo claro, confiável e legítimo.

 

Na maioria das vezes por tais motivos, dentre tantos, muitos projetos que promoveriam mudanças “dão n’água”.  Você até diria em relação aos stakeholder (partes interessadas)  – então nós repelimos os discrentes e agregamos os simpáticos? Isso não é verdade, todos envolvidos direta ou indiretamente em menor proporção,  trarão influências aos processos mesmo após a implementação das mudanças. O idel é a eliminação dos “ruidos”, a clarificação dos pontos obscuros ou cegos,  havendo contribuições (tácita e explicita), através do conhecimento individual e coletivo,  e o uso/fruto das mudanças.

 

Podemos considerar algumas exemplos das variáveis tangíveis. Se vamos à uma reunião com um cliente, preparamos a apresentação, certo?  Eu estou preparado? Minha equipe de vendas está apta a negociar? O RH? Compras? Comunicação?  Estão sobre controle os processos e gestores nas áreas? Pergunte a um gerente (gestor) se sua equipe de negociadores sabem lidar com as diferentes weltanschauungen nos processos de negociação, ou nas avaliações de desempenho, minimizando situações conflitantes e promovendo relações duradouras?  Sua atuação como gestor (líder) considera os fatores extrínsecos (macro e microambientes),  clima, perfis, o mapeamento da situação a fim de  evitar erros de perspectiva, compreensão e utilidade?  Creio que nesse caso o ideal seria iniciarmos a preparação de um planejamento, daqueles que contemple as etapas de uma abordagem sistêmica, para encarar o opositor ou o mercado.

 

Antes de falar em sobrevivêncvia organizacional, quais são os aspéctos éticos vigentes que permeiam nossos negócios e relações bilaterias (público alvo, colaboradores). Cabe-nos uma reflexão pontual. Segundo (Zajdsznajder, L – Ser Ético no Brasil. 4 –  Ed. Rio de Janeiro: Gryhus- 2001) – muitas empresas constituiram código de ética e conselhos para tratar do assunto, e o fortalecimento dos padrões éticos por parte das empresas e seus membros a NÃO colocação dos ganhos e lucros, acima de qualquer outro valor. O assunto é atualíssimo. Recentemente, um grande fabricante de computadores e notebooks colocou novos modelos no mercado (hardware), mas em nenhum momento as suas revendas mencionaram aos clientes que o pacote Office (software) , expiraria em 30 dias, o que causou constrangimento e dores de cabeça a muitos consumidores (em grande maioria leigos), ou seja,  a plena satisfação e objetivo de compra não foram plenamente atendidos, ou foi simplesmente omitido. Processo de mudanças, parcerias e lucro?  A ética é a ciência da moral quando aplicada (pessoas e corporações). E a comunicação organizacional tem que ser moral, eficaz e assertiva.

 

A comunicação é um dos mais importantes itens à ser considerado nos processos de mudança, que envolvem gestão de pessoas, conhecimento e projetos. O aspecto mais preocupante é a inexistência de feedbacks nas relações interpessoais em ambiente corporativo, visto que a administração aborda inúmeros temas por meio da área de comunicação, por vezes sem compreender  ou interpretar os sinais emitidos pelos trabalhadores, clientes interno e externo, organismos que necessitam satisfazer suas necessidades, inputs crescimento e desenvolvimento, outputs compartilhamento e cooperação, para que se engajem nos processos, enriquecendo a criatividade e fomentando a inovação, bem como o conceito de gerenciamento de recursos humanos. As organizações são sistemas abertos com necessidade de entrosamento e de comunicação, elementos essenciais para garantir sua sobrevivência (organizações formais).

 

 Então que tal uma passadinha no feijão com arroz das “PRÁXIS”, ambientes diretivos, gerenciais, organizacionais e departamentais, que nada mais é que…. “entender como a atividade de transformação das circunstâncias, as quais nos determinam a formar ideias, desejos, vontades, teorias, que, por sua vez, simultaneamente, nos determinam a criar na prática novas circunstâncias e assim por diante, de modo que nem a teoria se cristaliza como um dogma e nem a prática numa alienação”. (Wikipédia).

 

Abraço a todos (as)

Roberto Botelho.

 

 

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1Comentário
  • Fabiana Lopes
    1 de setembro de 2013 ás 21:39

    Creio que para a comunicação ocorrer de forma clara, é necessário ouvir seu cliente, (interno ou externo) para que torne possível desenvolver a sinergia, assim as mudanças serão viáveis e produtivas.

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